segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

odeio

Postado por xynha às 18:08 0 comentários


Odeio estar tendo que reconhecer, que eu estou me importando com você.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Por muito tempo

Postado por xynha às 07:16 2 comentários


Por muito tempo eu deixei que você se tornasse o centro de tudo. Do meu mundo.
Deixei você entrar, conhecer minha vida por inteira .. me conhecer.
Mostrei meus medos, meus erros. Tais esses que nunca iria mostrar pra ninguém.
Você presenciou meus momentos de extremas alegrias e de extremas tristezas.
Viu meu rosto vermelho, meus olhos inchados de tanto chorar quando estava magoada.
Escutou meus gritos, minhas mudanças de humor.
Deixei você me tocar , interiormente e fisicamente. Me tocando de uma forma, que eu
achava que não seria nada sem você.
E realmente eu achava que não conseguiria viver, sem o toque que eu tinha todos os dias.
Do carinho, palavras , abraços e beijos.
Confesso que ainda me lembro de tudo. Afinal foi importante, foi forte.
Mas eu aprendi. Aprendi a viver sem ter tudo isso , sem ter a pessoa que me dava tudo que eu precisava.
Pois hoje é tempo , é hora de deixar lembranças ruins de lado e viver com as boas apenas.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A magia está na música

Postado por xynha às 13:51 0 comentários


Quando estamos triste , feliz ou simplesmente com pensamentos em alta.
É ela que nos acalma , nos tranquiliza e nos deixa feliz: a música. Ela tem um dom de nos invadir e de nos proporcionar sensações. Fazendo-nos relembrar de momentos alegres ou não.
Mas com tudo , é com ela que as pessoas se conhecem , dançam e cantam.



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Encontros e Desencontros

Postado por xynha às 21:36 1 comentários




(até quando você vai dar desculpas para os seus medos?)

Percebo que, hoje em dia, as pessoas estão muito exigentes em relação ao amor. Qualquer passo em falso: Adeus! Não aceitamos erros alheios. Não aceitamos qualidades no outro que, pra nós, sejam defeitos. Queremos que todos estejam conectados com nossas expectativas, que estão altíssimas e não param de crescer. O que nos é possível, não nos interessa. Almejamos o perfeito. O irreal. O ilusório. Queremos sempre o melhor, mesmo que o “melhor” não se adéque à nossa vida.
Vivemos – na verdade - na era da Intolerância. Do imediatismo. Da falta de paciência. Seja com downloads lentos, celulares fora de serviço. Ou pessoas que não seguem o nosso ritmo.
No meio do caos, esquecemos o essencial: para se relacionar, é preciso tempo. Tolerância. E uma boa dose de bom senso. Não, pessoas não são descartáveis. Não existe manual, nem informações no rótulo. Quer saber? Todo mundo tem lá seus “defeitos”. Mas, nessas horas, não existe “loja autorizada”, nem garantia. No máximo, uma terapia ou um bom ombro amigo pra se reajustar.
Agora, minha pergunta: porque andamos, assim, tão exigentes? Será culpa da tecnologia e sua crescente evolução? Será falta de auto-conhecimento e amor próprio? Será que, no fundo, temos medo de amar e nos autoboicotamos com situações que nunca vão dar em nada?
Pode ser um pouco de cada coisa. Outro dia, ouvi uma frase interessante de uma amiga: o dilema da mulher moderna é saber, ao certo, o que ela procura. Porque, se ela procurar, vai achar! Achei de uma sabedoria incrível. E pensei: ao dizer isso, sei que muita gente vai me criticar. Mas pense comigo: será que estou, de fato, errada?
Não, não vamos colocar a culpa no outro. Se as coisas não estão dando certo, temos grande responsabilidade sobre elas. Não vamos começar nosso discurso manjado que queremos viver o amor, quando, na verdade, atraímos pessoas problemáticas, instáveis e avessas a compromisso. Se isso acontece uma vez ou outra, tudo bem. Do azar no amor, ninguém foge.
Mas se o padrão prevalece, então, está na hora revermos nossos conceitos. A gente acha o que – na verdade - procura. Se encontramos pessoas (e amores) que só nos trazem infelicidade, angústia e ansiedade, o melhor a fazer é nos voltarmos para dentro. E repensarmos quem somos. E o que realmente queremos.
Olha, eu não sou psicóloga, nem dona de nenhuma verdade. Adoro lugar comum, gosto de escrever sobre o que meu coração dita. Sei que ninguém gosta de aceitar suas culpas, muito menos admitir quando faz escolhas erradas. Mas, se estou aqui hoje, dando a cara à tapa, é porque descobri que me boicotei durante muitos anos. É, fugi do amor com medo de perder minha liberdade. Ou com medo de perceber que ter um relacionamento não traz garantia nenhuma de felicidade. (Adeus sonhos de adolescente!).
Agora, eu vejo que viver o amor nada mais é do que conhecer a si mesmo profundamente e entender quem a gente é. E o que nos faz bem.
Portanto, antes de colocar a culpa da sua vida amorosa no outro. No destino. Em algum karma. Ou em qualquer lugar fora de você, PENSE BEM.
Nós encontramos FORA o que – na verdade – MORA AQUI DENTRO.



Texto de Fernanda Mello (blogueira,compositora e escritora).

O outro eu

Postado por xynha às 18:15 0 comentários


As vezes parece que não sou eu. M
as sim alguém , uma coisa , um sentimento tentando falar mais alto.
 

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